Aquilo que eu sinto
Hoje, ao ler um blog do qual gosto bastante e sempre posta imagens e tirinhas bem bacanas, me deparei com essas três abaixo que me chamaram bastante a atenção.
Me faz crer que não só eu, mas muitos no mundo estão insatisfeitos com muitas coisas, e essas imagens/tirinhas conseguem descrever exatamente o que sinto, tanto que me deram uma vontade imensa de produzir algo assim.
Essa retirou todas as palavras do meu pensamento, literalmente. É desse modo que me sinto todos os dias, sempre pensando naquilo que estou deixando de realizar (não consigo viajar desde o início de 2012), me sentindo mal pela falta de energia e pela falta de tempo, coisas que me impedem de acordar bem cedo e ir à academia, pois queria demais me dedicar ao meu corpo para me sentir melhor ainda.
Sinto e tenho certeza de que o que vivo é apenas uma rotina extenuante, entre trabalhar para comer, comer para trabalhar e dormir para não morrer. É a triste realidade, mas o que fazer se sou uma mera trabalhadora da classe média que precisa disso para não morrer de fome?

Essa então...me deixou sem palavras. Descreve exatamente aquilo que todos pensam em relação a quem abdica de uma carreira ou de um salário ótimo para ficar mais tempo em casa e dar atenção a quem realmente precisa. Nesse momento eu adoraria estar em casa com a minha mãe, ajudando-a a se recuperar da cirurgia pela qual passou, mas novamente estou presa em um escritório para pagar meus estudos e ter o básico do que quero. Sei que praticamente todos passam por isso, mas muitas vezes me pergunto se trabalhar não deveria ser bom, afinal 99% dos trabalhadores de uma empresa ficam felizes quando tem um feriado, ou quando não há muito trabalho a se fazer. Ainda acredito que sermos obrigados a fazer algo tira totalmente nosso empenho, diferente de quando fazemos espontaneamente.
Essa imagem foi meio contraditória para mim, já que ao meu ponto de vista quanto mais permanecemos em um escritório, esperando o tempo passar, mais robóticos nos tornamos.
Talvez eu não tenha entendido o real sentido da imagem, mas isso tudo não deixa de ser verdade.
O fato é que somos robô durante todo o tempo dentro de um prédio climatizado, com máquinas a nossa frente e barulhos e mais barulhos de teclas e outras coisas sintéticas.
A partir das 18h podemos voltar a ser humanos novamente.
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